O que eu quero?

Posted: 9th abril 2012 by Ca in Sem categoria

Tem dia que nem sei o que quero…

Mas ultimamente eu ando sabendo o que quero, mas não faço nada em relação a isso……

Sei que não posso escolher morar com minha namorada e ser completamente feliz, pois estarei me fechando para minha família e ela para mim, por isso escolho viver com minha família e ser feliz com minha namorada.

Como assim?

Minha família não aceita e não entende a existência da minha namorada, mas minha namorada entende e aceita a existência da minha família, é simples, estou tendo os dois sem ter que magoar ninguém.

Até quando não sei…

1 ano

Posted: 19th março 2012 by Ca in Sem categoria

Depois que você conta aos pais que é gay, eles fazem drama, quase se matam, morrem de vergonha e ficam se perguntando onde erraram, e toda a novela mexicana que já ouvimos por ai….

Aí, passasse um ano e você acha que tudo melhorou, tudo mudou e eles pelo menos não estão tão afoitos e desnorteados…

Que nada!

Estão tudo o que eu disse e mais um pouco….

Para amenizar, pelo menos você não vê mais sua mãe chorando pelos cantos….

Apenas vejo ela arquitetando planos maquiavélicos para que eu desista da minha namorada.

Engraçado que isso só está me deixando mais forte no meu relacionamento.

“What doesn’t kill you makes you stronger!”

http://www.youtube.com/watch?v=Xn676-fLq7I

Bjuuuuuu!

Atualizando…

Posted: 5th março 2012 by Ca in Sem categoria

Atualizando a nova história.

Para quem não achou, fica ali em cima.

Leiam e comentem!

Bjus

Voltando

Posted: 6th fevereiro 2012 by Ca in Livro

Eu sempre digo que vou voltar de verdade… mas nunca volto….

Vou tentar fazer isso de verdade dessa vez, nada de sumir de novo.

Esse mês tive que trabalhar muito para ganhar dinheiro extra, então é por isso que sumi, mas nos outros meses foi pura vagabundice mesmo, mas pelo menos terminei meu livro, o terceiro…

Segue começo dele na página destinada a ele, com nome de “Duda e Mari”, espero que gostem!!!

Bjus!!

Last Friday Night em nova versão!!!

Posted: 9th outubro 2011 by Ca in Sem categoria

Skoob, cadê você meu filho!?

Posted: 21st setembro 2011 by Ca in Sem categoria

Eu não escrevi errado o nome do post, é Skoob mesmo.

Nova rede social, essa é específica para amantes de livros.

Sim sim sim, agora você pode compartilhar sua experiência de leitura com o seus amigos.

É só se cadastrar:

http://www.skoob.com.br/

E montar sua estante.

Divirta-se.

Eu já montei a minha.

Bjus

Ca

15ª Parada Gay

Posted: 26th junho 2011 by Ca in Notícias, Sem categoria

Acompanhe as fotos no site do Uol:

http://noticias.uol.com.br/album/110626_paradagay_geral_album.jhtm?abrefoto=22#fotoNav=47

e fique chateada!

Apesar de ter muitos avanços em vários aspectos podemos ver que a imagem passada do nosso mundo pela mídia ainda é a mesma, putaria, exibicionismo, roupas espalhafatosas e gogoboys ganhando dinheiro em cima dos gays.

Eu realmente gostaria que nossa imagem fosse passada de outra forma, mas tudo sempre remete a isso, putaria, sexo, droga, bebida, etc…

Fico chateada que a mídia ainda seja preconceituosa no nível de deixar isso acontecer sendo que o papel deles na sociedade é trazer informação e não denegrir a imagem dos outros.

Tenham uma boa semana.

Até que enfim.

Posted: 16th maio 2011 by Ca in Notícias, Sem categoria

Uhhuuulll!!

\0/

É isso ai!!!

SBT e você tudo a ver!

Hahhah

Bjus

Ca

O que realmente importa?

Posted: 8th maio 2011 by Ca in Notícias

STF reconhece por unanimidade a união gay

O STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu nesta quinta-feira, em decisão unânime, a equiparação da união homossexual à heterossexual. O presidente do Supremo, Cezar Peluzo, deu o décimo e último voto a favor da união gay por volta das 20h30, após cerca de cinco horas de sessão.

Sergio Lima/Folhapress
Ministros Ellen Gracie e Celso de Mello no STF (Supremo Tribunal Federal); Surpemo reconhece por unanimidade a união gay
Ministros Ellen Gracie e Celso de Mello no STF (Supremo Tribunal Federal); Surpemo reconhece união gay

A decisão tem efeito vinculante, ou seja, alcança toda sociedade. Os ministros foram autorizados a decidir processos pendentes individualmente.

Apesar de não falar em igualdade, mas em equiparação –fazendo ressalvas, como os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes– Peluso afirmou que a Constituição não exclui outras modalidades de entidade familiar, mas reconhece que há lacuna normativa a ser preenchida.

Para Peluzo, assim como para Mendes, o Legislativo deve regulamentar a equiparação com a união estável heterossexual. Lewandowski havia falado anteriormente que existem alguns direitos que são exclusivos a uma relação formada por pessoas de sexo oposto, mas não especificou.

Na prática, a decisão viabiliza para os homossexuais direitos como pensão, herança e adoção.

Dez ministros votaram –apenas o ministro Dias Toffoli não participou da sessão, pois se declarou impedido de se posicionar, já que atuou no processo quando era da AGU (Advocacia-Geral da União).

A decisão do STF não é equivalente a uma lei sobre o assunto. O artigo 1.723 do Código Civil estabelece a união estável heterossexual como entidade familiar. O que o Supremo fez foi estender este reconhecimento a casais gays.

Agora, se um clube vetar o nome de um companheiro homossexual como dependente, por exemplo, o casal pode entrar na Justiça e provavelmente ganhará a causa, pois os juízes tomarão sua decisão com base no que disse o STF sobre o assunto, reconhecendo a união estável.

VOTOS

O ministro Carlos Ayres Britto –que é o relator do caso– reconheceu a relação entre pessoas do mesmo sexo como “entidade familiar” e foi o primeiro voto favorável, dado na quarta-feira (4).

A sessão foi retomada nesta quinta com o voto do ministro Luiz Fux, que acompanhou o relator.

“Por que o homossexual não pode constituir uma família? Por força de duas questões que são abominadas pela Constituição: a intolerância e o preconceito’, afirmou. ‘Quase a Constituição como um todo conspira para a equalização da união homoafetiva à união estável”, disse.

O ministro ainda citou dados recentes do Censo, de que existem mais de 60 mil casais de pessoas do mesmo sexo vivendo juntos no homossexuais, para dizer que “a união homoafetiva é um dado da vida, é uma realidade social”.

A ministra Cármen Lúcia foi a terceira a votar. Para ela, a Constituição abomina qualquer tipo de preconceito. “A discriminação é repudiada no sistema constitucional vigente”, afirmou a ministra, ao dizer que o casal gay também forma uma ‘entidade familiar”, com direitos e deveres reconhecidos pela legislação brasileira.

Em seguida, o ministro Ricardo Lewandowski fez ressalvas em seu voto favorável. Ele votou pelo reconhecimento da união homoafetiva como uma “entidade familiar”, mas criou limitações, ao dizer que alguns direitos se aplicam apenas a relações heterossexuais.

No entanto, ele não detalhou em seu voto quais seriam esses direitos exclusivos de casais de pessoas do sexo oposto.

Joaquim Barbosa, o quinto ministro a votar, foi totalmente a favor. “Dignidade humana é a noção de que todos, sem exceção, têm direito a uma igual consideração”, afirmou em seu voto.

De acordo com ele, a Constituição “estabelece, de forma cristalina, o objetivo de promover a justiça social e a igualdade de tratamento entre os cidadãos”.

O ministro Gilmar Mendes, sétimo a votar, também fez ressalvas.

Mendes afirmou que existe “uma série de questões e divergências” e que seu voto não entraria no mérito dos “desdobramentos” deste reconhecimento.

O ministro afirmou que seu voto se limita a reconhecer a existência legal da união homoafetiva por aplicação analógica do texto constitucional. “Pretender regular isso é exacerbar demais nossa vocação de legisladores positivos, com sério risco de descarrilarmos, produzindo lacunas.”

Em discurso breve, a ministra Ellen Gracie também votou integralmente a favor da equiparação.

Ela afirmou que a evolução do direito que cabe aos homossexuais teve início há muito tempo, “já no código napoleônico, que descriminalizou a prática homossexual, até então considerada um delito”.

“Uma sociedade decente é uma sociedade que não humilha seus integrantes”, afirmou

O oitavo voto a favor foi do ministro Marco Aurélio. “As garantias de liberdade religiosa e do Estado laico impedem que concepções morais religiosas guiem o tratamento estatal dispensado a direitos fundamentais, tais como o direito à dignidade da pessoa humana, o direito à autodeterminação, à privacidade e o direito à liberdade de orientação sexual”, afirmou.

“Se o reconhecimento da entidade familiar depende apenas da opção livre e responsável de constituição de vida comum para promover a dignidade dos partícipes, regida pelo afeto existente entre eles, então não parece haver dúvida de que a Constituição Federal de 1988 permite seja a união homoafetiva admitida como tal”, disse o ministro durante o voto.

O ministro Celso de Mello deu o nono voto favorável. “Toda pessoa tem o direito de constituir família, independentemente de orientação sexual ou identidade de gênero. Não pode um estado democrático de direito conviver com o estabelecimento entre pessoas e cidadãos com base em sua sexualidade. É inconstitucional excluir essas pessoas”, afirmou.

Mello também lembrou que não se pode confundir questões jurídicas com questões de caráter moral ou religioso porque Brasil é um país laico.

“A República é laica e, portanto, embora respeite todas as religiões, não se pode confundir questões jurídicas com questões de caráter moral ou religioso”, disse.

O último voto foi do presidente do STF. Para Peluso, o julgamento é um “marco histórico, um ponto de partida para novas conquistas”.

Eram necessários seis votos favoráveis para o reconhecimento da união estável para casais homossexuais.

HISTÓRICO

Esta é a primeira vez que o STF avalia se a união entre pessoas do mesmo sexo pode ser enquadrada no regime jurídico de união estável e analisa se a união homoafetiva pode ser considerada como entidade familiar.

Duas ações estão em pauta. A primeira, ajuizada em fevereiro de 2008, é do governador reeleito do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Ele pede que o Código Civil e que o Estatuto dos Servidores Civis do Estado não façam qualquer discriminação entre casais heterossexuais e homossexuais no que diz respeito ao reconhecimento legal da união estável. A ação afirma que posicionamentos discriminatórios se chocam com princípios constitucionais como o direito à igualdade e à liberdade e o princípio da dignidade da pessoa humana.

A ação também alega que a situação atual, com sentenças conflitantes no Estado e em todo o país, contraria o princípio constitucional da segurança jurídica. O governador afirma ter interesse na ação porque no Estado existe grande número de servidores que são parte em uniões homoafetivas estáveis.

“Diante disso, colocam-se para o governador e para a administração pública questões relevantes relativas às normas sobre licenças por motivo de doença de pessoa da família ou para acompanhamento de cônjuge, bem como sobre previdência e assistência social”, diz a ação. O governador também afirma que, como há numerosos casais homossexuais no Rio, se vê na obrigação de pleitear o direito de parcela dos cidadãos do Estado.

A outra ação em análise, da Procuradoria-Geral da República, foi ajuizada em julho de 2009. O pedido é semelhante: que o STF declare obrigatório o reconhecimento, no Brasil, da união de pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Também pede que os mesmos direitos dos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais homossexuais.

O processo, de 322 páginas, tramitava sob responsabilidade da ministra Ellen Gracie até março deste ano, quando foi redistribuído para Ayres Britto por tratar de tema semelhante ao que já estava sendo analisado pelo ministro.